Quarta-feira, 22 de junho de 2005 Parto dolorido Ai, esse está sendo difícil (mais do que o normal). Também, eu não sei por que me proponho a escrever essas coisas complicadas. Eu finalmente me lembrei por que esse projeto estava na minha cabeça desde 2003 e não vingava. Por que é muito complicado. E, por melhor que eu descreva a situação, quem lê tem que ter muita boa vontade para aceitá-la. Mas, depois de 22 páginas escritas, fica difícil abandoná-la. Daí vem a neura. (Bélier já está até zonza de tanto ouvir Silence, da Sarah McLachlan, tentando achar o clima certo para o lemon) Eu bem que tentei esquecer essa idéia. Ela até acabou dando uma cria, que foi Presente de grego, uma variação bem mais simples do que eu queria fazer de verdade. Eu, simploriamente, achei que escrevendo Presente, eu ia conseguir abandonar essa história maluca. Mas não: ela foi deixada de lado por todo esse tempo.... Mas nunca olvidada. Um dos problemas... eu queria fazer uma fic colocando os cavaleiros em situações cotidianas. Mas não queria escrever U.A. Eu sou teimosa, queria só que eles saíssem do Santuário. Aí, me vem algumas perguntas que eu não sei se tem mais alguma ficwriter que fica bolada com isso, ou se sou apenas eu... Lá vão elas: 1. Onde os cavaleiros arrumam dinheiro? 2. Onde eles conseguiram carros para sair do Santuário? 3. Eles têm R.G. e carteira de motorista? É, porque, como é que eles guiam e vão às boates e aos motéis e afins sem dinheiro, carta de motorista, RG? (Bélier lembrando de sua primeira fic tonta, Os cavaleiros de Ouro vão pra balada) Bem, vamos tentar responder as perguntas imbecis: 1. A Saori colocou uns carros a disposição deles caso ocorra alguma emergência. É claro que eles só usam para “emergências”. 2. Depois de todas as batalhas, e de todo mundo assentado lá no Santuário, a Saori decidiu pagar um “mensalão”, ops, digo, mesadão para os cavaleiros, por que não agüentava mais que eles viessem lhe pedir dinheiro para ir visitar a família no Brasil, matar as saudades dos pingüins, ir para Jamiel buscar alguma ferramenta que foi esquecida lá, comprar umas garrafas de ouzo, ir no supermercado comprar ingrediente pra fazer macarronada ou paella, porque a comida do bandejão estava ruim naquele dia. Athena não se importa com o que eles fazem com o dinheiro, desde que não lhe encham mais o saco... 3. É claro que eles têm! Sei lá quando e como eles tiraram, mas tem... No RG do Seiya está escrito “não alfabetizado”. Por que ele tirou quando era criancinha lá no Japão e ainda não trocou, gente! Como vocês são preconceituosas! Aliás, será que no Japão pode dirigir com quantos anos? Não, porque tem uma cena em Cavaleiros que o Hyoga sai de carro com o Ikki (agora não lembro quem estava dirigindo), mas eles só tem 14 e 15 anos, respectivamente... Vai entender. Ainda bem que os cavaleiros de bronze só viajam nos jatinhos particulares da Saori, já pensou que mico, eles no avião comum, com a plaquinha de menor desacompanhado? Tsc, tsc. Hoje eu estou inspirada, mas vou ter que parar coma palhaçada, porque acho que o blog não vai aceitar post desse tamanho... O pior não é isso. Vocês já ouviram falar de “fio de voz”? Eu estou tentando encontrar o meu. Eu não estou falando, estou chiando. O frio não foi condescendente comigo, esse ano. O duro foi o meu noivo que me ligou, e achou que estava falando com o Darth Vader... Se der amanhã eu volto. Beijos! [ ] [ envie esta mensagem ] |
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