Domingo, 12 de março de 2006
Hades – Inferno. Inferno, não tem mais?! O.o Ontem consegui – finalmente – assistir aos capítulos 14, 15, 16 e 17 de Hades. Digo finalmente, porque há pelo menos três semanas já estavam comprados. Mas cadê tempo pra ver? Bom, tempo até tinha, mas “tempo” pra assistir com os devidos comentários em voz alta (“Seiya burroooooo!”, “Dohko gos-to-soooo”, “Shakitiiiiiiiito!!!”, etc), estava difícil! (Risos) Bom, nem sei se alguém está interessado nos meus comentários, mas será que vocês poderiam me ajudar a esclarecer algumas dúvidas, uma vez que estou tão por fora do assunto? XP Vamos lá... - No site oficial de CDZ no Brasil, fizeram uma enquete, em que Pegaus Forever foi eleita a melhor música de Saint Seiya. Sei lá, o povo tem memória curta. Não chega nem aos pés de Chykiuugi. Desculpe-me quem gostou... Eu achei uma música comum, enquanto Chykiuugi tem uma melodia muito mais bacana, sem falar triste, que representa melhor o clima da saga de Hades. A abertura em si da fase Inferno é um retrocesso, lembra as aberturas do desenho antigo. Não que sejam ruins, mas só mostravam os cavaleiros de bronze correndo de encontro à câmera tipo: “Vamos derrotar todos os inimigos e salvar Saori!!!”. A abertura de Hades – Santuário era muito mais bacana, conta uma história, é toda poética. Uma pena. - Teve gente que reclamou que a animação era inferior. Não achei tanto assim. Se comparada a de Hades – Santuário, é sim, mas ainda é bem melhor que o desenho original. O desenho dos personagens está bonito (não estão parecendo um palito seco, como em Asegard e Posseidon), as armaduras de Bronze estão lindas. - Orfeu é lindo! Que homem maravilhoso! Que armadura linda, toda branca! E até que enfim, um amor correspondido, simples, sem frescuras, em CDZ! Uma dádiva! Mas... Tá, ele é um cavaleiro lendário, há muito desaparecido do Santuário. Mas ele toca para alguns cavaleiros de Ouro e para o Mestre do Santuário. Hum... Vamos supor que ele não fosse tão lendário assim. Mas Saga assiste a apresentação junto com o Mestre. Isso significa que é antes da reencarnação de Atena, e todo o rolo que o cavaleiro de Gêmeos causou, e que o Mestre ainda era Shion. Mas, se foi antes, onde estava Aioros, que ainda estava vivo? E Kamus, Afrodite, Máscara, Aldebaran, Aioria, não eram cavaleiros ainda nessa época! Porque estavam lá, de armadura?! Ai, que rolo!!! Aonde estavam Miro, Mu e Shaka? (sem pensamentos maldosos, hein povo? Risos) Mu já estava em Jamiel? Mas porque, se Shion ainda era Mestre? Afe. Sem comentários. Nem quero entender... - Essa fase poderia ser batizada de Hades – Peruquentos. Foi uma falta de criatividade para desenhar os personagens! (risos) Botem uma peruca verde claro no Mu (e sobrancelhas, não nos esqueçamos), uma preta no Shaka, uma azul celeste no Kamus, e temos Lune, Pharao e Orfeu. Exatamente os mesmos trejeitos, a cara igual... Sei lá, pelo menos eu achei. Carnaval em Saint Seiya liberou geral! U-huuuuuu!!! Chega. Já falei besteira demais. Acho que estou retomando a boa forma! Mas vou assistir de novo, pra ver se não esqueci de nada. O duro vai ser esperar o resto. Nem digo os dois capítulos seguintes, que mês que vem já devem estar pipocando pela Liberdade, mas o final da fase Inferno. Ai, rosário. Paciência. Paciência. Ah, frase mais legal: Shun – “Nunca ouvi nada assim antes!” (sobre a harpa de Pharaó, esquecendo que havia lutado com Mime, cujo poder era bastante semelhante). XP Ai, ai, por isso eu amo Saint Seiya! É imperfeito, por isso é tão legal! Beijinhos! [ ] [ envie esta mensagem ] |
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